Nem todos podem usufruir de uma flexibilidade no trabalho onde possam fazer o que bem entender, desde que isto ajude a companhia a crescer e ganhar mais dinheiro.
Normalmente, temos regras, fluxos, processos, procedimentos e instruções de trabalho para seguir.
Até mesmo em profissões conhecidas pela criatividade e inovação, as vezes, é necessário ser criativo e inovador quando a empresa quer que você seja.
Além da falta de flexibilidade, a volta ao trabalho depois da Pandemia, trouxe para dentro do convivio organizacional, novas velhas pessoas, que ficaram por 18 meses provando de um Mundo bem diferente do que antes da Pandemia.

E naturalmente, existem questionamentos sobre manter alguns profissionais sendo feito pelas “empresas” (ou melhor, por pessoas que nelas também trabalham ou são seus donos).
Ryan Buell publicou na HBR Harvard Business Review um artigo, muito interessante, incentivado as empresas a não eliminar mas “elevar” seus empregados. (Elevate Employees, Don’t Eliminate Them)
A obrigação das 09:00 às 18:00 ou o engajamento 24 horas?
Há situações que realmenta a jornada de trabalho deve ser cumprida em um modelo convencional, mas nada impede uma pessoa de vender seu trabalho ou sua empresa, ou os produtos de sua empresa, quando está jogando futebol com os amigos, em um almoço com colegas que trabalham em outras empresas.
O que vai levar alguém a se comportar “vendendo” a empresa e seus produtos, mesmo fora do horário de trabalho, é o quanto esta pessoa admira a empresa onde trabalha e compartilha de seus valores, produtos e serviços.
E se sua empresa não se preocupava com isto antes da Pandemia, sugiro que passe a se preocupar, pois as novas velhas pessoas esperam por novas empresas que transformem a vida e o Mundo em um lugar melhor para todos.
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